Aos 20 anos de idade, o atacante Endrick, jogador do Real Madrid e novo camisa 9 da Seleção Brasileira, abordou a dimensão da exigência que acompanha o futebol de alto nível e sua participação em Copa do Mundo. Em declarações prestadas em conversa com o portal GE, o atleta demonstrou uma postura de gratidão pelo cenário alcançado.
Ao ser questionado sobre o peso das cobranças que recaem sobre os atletas profissionais, o jovem jogador destacou as transformações positivas que o esporte traz para o ambiente familiar. Segundo ele, “claro que temos momentos de pressão, mas o futebol nos proporciona coisas maravilhosas, que podem mudar a vida das nossas famílias“.
Relato de Endrick
Em sua análise, o atacante ponderou que rotular a profissão de futebolista como difícil é algo desproporcional quando comparado com a rotina diária de quem atua fora dos gramados. O atleta afirmou que “Não é difícil ser jogador. Difícil é ser uma pessoa que acorda às 5 horas da manhã para ir trabalhar de segunda a domingo“.
Além de discutir a rotina da profissão, o atleta relembrou a eliminação da equipe nacional para a Noruega durante a Copa do Mundo. Ao abordar a queda no torneio, ele definiu o momento vivido pela equipe e pelos torcedores, dizendo que “Foi um momento bastante difícil“.
Melhor para a Seleção
O jogador admitiu ainda que o resultado negativo na competição levou a uma reflexão individual profunda por parte de diversos atletas sobre o que poderia ter sido feito de diferente em campo. Ao olhar para os próximos passos na equipe nacional, o atacante concluiu que “Temos de tentar fazer o melhor para a seleção“.
