A família de Isabelle Caracristi, estudante de Direito de 22 anos encontrada morta em Fortaleza, decidiu tomar uma atitude pública diante dos desdobramentos do caso. A decisão foi tomada após a revogação da prisão de João Munhoz Neto, namorado da jovem, investigado por violência psicológica e indução ao suicídio.
A informação é do portal Itatiaia, publicada em 1º de outubro de 2026, pela repórter Gabriela Neves. Os familiares fizeram um apelo direto à população, convidando todos a participarem de um ato coletivo. O pedido ressalta que a presença de cada pessoa é fundamental para que a morte de Isabelle não seja esquecida.
O que a família convida a fazer
A mobilização está marcada para o sábado (3), às 16h, na Praça Luíza Távora, no bairro Aldeota. Os organizadores pedem que os participantes usem roupas brancas ou claras. Além de prestar homenagem à jovem, o ato também chama atenção para a luta contra todas as formas de violência que atingem mulheres.
João Munhoz Neto estava detido desde 22 de setembro, mas foi autorizado a responder em liberdade com medidas cautelares: uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno, proibição de sair de Fortaleza e de contatar familiares e testemunhas.
Investigação segue sem conclusão
Isabelle caiu do 23º andar do condomínio onde morava no dia 13 de setembro. A perícia não encontrou sinais de luta corporal e classificou a queda como precipitação voluntária, mas a Polícia Civil continua apurando todas as circunstâncias que antecederam o fato. Imagens, depoimentos e aparelhos eletrônicos seguem em análise e a conclusão ainda não foi divulgada.
