Amber Siyavus, conhecida por participar da oitava temporada do Big Brother dos Estados Unidos, morreu na sexta-feira (9), aos 46 anos. A informação foi divulgada pelo site TMZ. Até o momento, a causa da morte não foi esclarecida pelas autoridades.
Registros do Instituto Médico-Legal do Condado de Clark, em Nevada, indicam que a causa do falecimento permanece “pendente”, sem outros detalhes públicos sobre as circunstâncias do caso. Amber ganhou notoriedade em 2007, quando participou do reality show norte-americano e passou a ser reconhecida pelo público por seu comportamento emotivo durante o confinamento.
Amber ganhou apelido no reality show
Na época em que integrou o programa, Amber trabalhava como barista e chamou a atenção dos espectadores por suas reações emocionais diante das câmeras. As frequentes crises de choro durante a competição fizeram com que recebesse o apelido de “Whamber”, uma combinação de seu nome com uma expressão em inglês associada ao ato de choramingar.
Apesar de ter se tornado uma figura comentada durante a temporada, ela permaneceu na disputa até alcançar a sétima colocação. A edição reuniu participantes que conviviam em uma casa monitorada por câmeras, enquanto disputavam o prêmio oferecido ao vencedor.
Morte da filha marcou a vida de Amber
A passagem de Amber pelo reality também foi marcada pelos vínculos estabelecidos com outros competidores. Entre os participantes com quem construiu relações estavam Jameka Cameron e Dustin Erikstrup. Como acontece com outros nomes que ganham projeção em programas de confinamento, a participação no Big Brother fez com que sua imagem permanecesse associada à temporada exibida em 2007.
A morte de Amber também ocorre após uma perda familiar dolorosa. Em janeiro de 2018, sua filha, Lexi Tomcavage, morreu aos 18 anos. O caso foi investigado pelas autoridades norte-americanas, mas as informações disponíveis no relato divulgado não apresentam detalhes suficientes para estabelecer uma relação entre aquela morte e o falecimento da ex-participante.
