Síndrome do piriforme: o que é e quais as causas da doença diagnosticada em Zé Felipe

Cantor sertanejo explicou que o desconforto muscular não era no nervo ciático e detalhou o tratamento caseiro.

PUBLICIDADE

O cantor Zé Felipe utilizou seus perfis digitais nesta quarta-feira para compartilhar com o público o diagnóstico que recebeu após enfrentar dias de desconforto físico agudo. O artista de 28 anos confirmou que está com a síndrome do piriforme, uma condição muscular que afeta a região glútea. Durante a interação com os seguidores, ele explicou a origem do problema e detalhou o processo de recuperação.

PUBLICIDADE

Antes de descobrir a causa exata do incômodo, o músico havia tentado outros métodos para amenizar o quadro. Na sexta-feira anterior, ele recorreu a um procedimento injetável, acreditando se tratar de uma complicação diferente. A medicação proporcionou um alívio temporário, mas não resolveu a situação de forma definitiva. Sobre essa fase do tratamento, o jovem relatou a persistência do sintoma: “Mano, eu estava com uma dor no ciático e beleza, tomei uma injeção, aí deu aquela aliviada, mas ontem ainda estava pegando, mordendo, assim. É uma dor que parece dor de injeção, sabe? Você arrepia até a alma”.

Como o cantor Leonardo ajudou no tratamento de Zé Felipe

A resolução para o quadro de saúde ocorreu durante uma visita à residência de seu pai, o também cantor Leonardo. Mesmo apresentando uma leve melhora após a intervenção médica inicial, o jovem ainda sofria com pontadas na região afetada. 

Foi nesse momento que o veterano da música sertaneja sugeriu o uso de castanha-da-índia, um produto natural que o filho desconhecia até então. A recomendação paterna surtiu um efeito imediato no organismo do rapaz. 

Síndrome do piriforme: o que é e quais as causas da doença diagnosticada em Zé Felipe

A condição enfrentada pelo artista ocorre quando o músculo piriforme, localizado na camada mais profunda das nádegas, exerce pressão sobre o nervo ciático. Essa estrutura nervosa se estende desde a área lombar até as extremidades dos membros inferiores. Quando há essa compressão muscular, o indivíduo passa a sentir um desconforto localizado que pode se espalhar pela parte de trás da coxa, atingindo as laterais das pernas e chegando aos pés. O diagnóstico exige avaliação profissional para diferenciar de outras patologias lombares.

O desenvolvimento desse quadro clínico está diretamente associado à sobrecarga na musculatura glútea. Especialistas apontam que a pressão sobre o nervo ciático costuma ser desencadeada por fatores cotidianos ou esportivos. Entre as principais causas registradas na medicina estão o hábito de permanecer sentado por períodos prolongados e a existência de alterações anatômicas na região pélvica. Além disso, a prática frequente de atividades físicas que exigem muito movimento dos quadris, como corridas e ciclismo, também figura como um dos principais gatilhos para o surgimento da síndrome.