TSE garante que presos poderão votar e barra trecho da Lei Antifacção

Decisão unânime entendeu que mudança aprovada neste ano não respeita o princípio da anualidade eleitoral.

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O Tribunal Superior Eleitoral decidiu, por unanimidade, que o trecho da Lei Antifacção que proíbe o voto de presos provisórios não vai valer nas eleições de 2026. A Corte concluiu que a norma, sancionada em março deste ano, não respeita o princípio da anualidade eleitoral previsto na Constituição. Com isso, presos sem condenação definitiva continuam aptos a votar no próximo pleito.

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